Vivi uma experiência especialmente literária dentro do ambiente corporativo! A empresa Vermeer realizou, pela primeira vez, um bate-papo literário com o objetivo de discutir hábitos de leitura e aproximar os colaboradores do universo dos livros. Tive o privilégio de participar como autor convidado, falando sobre meu livro Sol e Chifre, ao lado de Daniel Ghilardi, criador do perfil literário Livreiro Barbudo e mediador da conversa. O evento aconteceu na tarde do dia 16 de outubro. 

A proposta do encontro era simples: conversar sobre leitura. Mas o resultado foi surpreendente. Reunimos profissionais de diferentes áreas, que compartilharam suas experiências, percepções e histórias. Ao longo da conversa, falamos sobre o poder da literatura, sobre o hábito de ler e sobre como a ficção pode dialogar com o nosso cotidiano. Para fechar o momento, ainda houve o sorteio de um exemplar autografado do livro.

Durante o evento, percebi algo que sempre me fascina: a literatura como ponto de encontro. Independentemente do cargo ou da área em que atuamos, os livros conseguem aproximar pessoas, abrir espaços de escuta e inspirar novas formas de pensar.

Como comentei no bate-papo, "escrever Sol e Chifre foi um mergulho na imaginação e também na observação das pequenas nuances do cotidiano". E foi muito especial poder compartilhar esse processo criativo com colegas de trabalho, em um ambiente de troca genuína.

A coordenadora de Recursos Humanos, Andreia Tavares, destacou exatamente isso: como uma iniciativa cultural simples pode gerar conversas profundas, risadas e conexões humanas. Segundo ela, “cada pessoa trouxe um olhar único e especial, e isso deixou o momento ainda mais rico. O time se conectou de um jeito diferente, mais humano, e isso mostra como ações culturais ajudam a fortalecer a nossa cultura e o engajamento no dia a dia”.

O Daniel, que mediou a conversa, comentou algo que também me marcou: “Foi inspirador perceber como a literatura consegue despertar reflexões profundas, mesmo entre pessoas que não têm o hábito de leitura. Cada participante trouxe suas percepções únicas, conectando os temas abordados com suas vivências pessoais.”






Os depoimentos dos colegas mostram como a leitura pode ir muito além do livro em si. A Natalia Correia, supervisora de Suporte ao Produto, contou que, mesmo sem ter lido o livro, adorou participar: “Foi uma troca super rica, com reflexões que iam muito além da leitura. O pessoal trouxe pontos de vista muito interessantes, e a conversa fluiu de forma leve e acolhedora”.

Fabiana Monteiro, analista de Compras, destacou a experiência de conversar diretamente com o autor — e ainda saiu sorteada com um exemplar de Sol e Chifre. “Foi interessante conhecer como a história foi criada e em quais sentimentos ela se baseia. A escolha do tema gerou um debate participativo e enriquecedor”, disse.


Já o Guilherme Oliveira, analista de TI, comentou algo que resume bem o espírito do encontro: “No dia a dia, falamos muito sobre trabalho, mas ter um assunto fora dessa rotina, como discutir uma história, pode ser realmente enriquecedor.”

Esse momento foi mais do que um evento interno: foi um lembrete de como a literatura pode ser ponte, diálogo e inspiração. Fico feliz por ver uma empresa abraçando a leitura como ferramenta de desenvolvimento pessoal e coletivo.