Estive no Festival Literário Internacional de Poços de Caldas - FLIPOÇOS, de 1º de maio até o dia 4, no último fim de semana, em um dos eventos mais expressivos do sul de Minas Gerais. De todos os eventos de que participei até o momento, este foi o mais desafiador e o mais recompensador. A iniciativa de participar desta festa partiu de uma vontade genuína de conhecer esse evento, que foi tão bem falado. Claro que ainda que a minha experiência tenha sido ótima, teve seus momentos de desencontro.
No primeiro dia, eu ainda não estava com o pique suficiente que uma feira desse porte pede. Então, perdi a oportunidade de conhecer leitores. Foi desafiador encarar as pessoas, propagar a história, mostrar que valia a pena ser lido. Já no dia seguinte, no entanto, o movimento foi o oposto. Eu acordei decidido a cumprir o meu propósito. Eu tinha um número específico de livros. E eles iriam encontrar morada nas mãos, nos corações, nas casas de outras pessoas. Esses livros não voltariam comigo para Valinhos. Eu tinha certeza disso desde o começo.
O sábado foi o meu melhor dia do evento. Foi no entardecer, com o surgir da lua, que os exemplares de Sol e Chifre ganharam nova morada. Os encontros foram muitos, posso dizer, até me perdi. Sobraram os registros, algumas memórias das boas conversas e a certeza de que a capa vermelha não passou em vão.
Posso dizer que valeu a pena sair da zona de conforto. Valeu a pena falar com tanta gente. Valeu a pena falar sobre coisas em que eu acredito. Me encantei por uma cidade bucólica, charmosa e com um excelente gosto literário. Que Poços de Caldas contagie o Brasil.
Quero agradecer à minha companheira, Victoria, pela presença;
à Camila Nascimento Leite, do Clube Capitolinas; ao Vitor Miranda, do Movimento Neomarginal, pelo espaço; e a todos os autores que conheci.
Obrigado a todas as pessoas que se permitiram me ouvir.
Obrigado, Flipoços!
Confira o vídeo:
Confira alguns registros:








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